segunda-feira, 30 de março de 2009

Pag 7 Casamento entre Brancos e Negras




Não haveria tantas mulheres negras protitutas , tantos homens negros nas prisões ; a omissão da Igreja por 4 séculos pode ser corrigida . Ao estimilar o namoro entre filhos de patrões e empregadas, entre pobres e ricos haveria uma distribuição de riquezas nunca vista no planeta,




Mas a descriminação foi fomentada pelo silêncio da Igreja . Sonho um dia ver um Papa Negro .

Pag 7 A Igreja Deveria estimular o Casento de Brancos com Negras

Se a Igreja estimular casamentos entres raças

sábado, 28 de março de 2009

Pag 6 As Contas Secretas da Igreja Universal


Desde 1999, um inquérito na Procuradoria da República investigava as relações de líderes da Igreja Universal do Reino de Deus com duas empresas – a Cableinvest Limited e a Investholding Limited –, ambas com sede nas Ilhas Cayman, paraíso fiscal britânico localizado no Caribe. Seis anos depois, a quebra do sigilo fiscal da igreja é pedida ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador-geral da República, Cláudio Fonteles. O objetivo é investigar a existência de um esquema nos moldes da lavanderia montada por PC Farias.
Para a Procuradoria da República, há indícios de que o esquema foi utilizado para a compra da TV Record do Rio, em 1992, e de outras emissoras. As duas offshore (as subsidiárias criadas em paraísos fiscais para fugir da cobrança de impostos) enviaram dinheiro ao Brasil, por meio de operações irregulares, para a conta bancária de bispos da Universal e também de “laranjas”. Documentos da Receita Federal comprovam essas transações. As remessas e recebimentos totalizam US$ 18 milhões (R$ 44,6 milhões) e comprovariam a evasão de divisas.
ISTOÉ teve acesso a parte da documentação que deu início às investigações e levou o procurador Fonteles a pedir a quebra de sigilo. A revelação mais explosiva é a identidade de um dos donos das empresas Cableinvest e Investholding. Por trás da operação em Cayman estaria Marcelo Crivella, um economista carioca de 43 anos, filho de Matilde Bezerra, irmã de Edir Macedo, o principal líder da igreja. Crivella é bispo da igreja e foi eleito senador pelo PL do Rio, em 2002. Segundo o relatório da Procuradoria Geral da República de maio de 2003, ao encaminhar o caso para o STF, as investigações realizadas pela Interpol constataram que um dos acionistas da Cableinvest é Crivella. Agora, com a quebra de sigilo, os bancos podem liberar extratos que comprovarão quem é o dono das empresas. Nos papéis obtidos por ISTOÉ, aparecem a assinatura do senador, reconhecida por um cartório de São Paulo.
Esses documentos foram recolhidos por ex-dirigentes que tinham acesso à contabilidade da igreja, a contratos de compra e venda (de emissoras de rádio e tevê, imóveis e até de uma aeronave), além de declarações de Imposto de Renda de líderes da Universal. Crivella já depôs este ano na Polícia Federal do Rio e negou ser dono das empresas.
O império – A Igreja Universal está hoje em mais de 80 países, de acordo com seus líderes. Mas, para alcançar esse crescimento, deixou rastros pelo caminho: enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro, compra da Record através de laranjas, acusações de curandeirismo e charlatanismo, chutes na imagem de uma santa e dissidências. Mas nada se compara a essas denúncias. Segundo a Procuradoria, há evidências de como funciona o esquema de lavagem de dinheiro da igreja. Ele passa por uma triangulação entre doleiros no Brasil, as empresas de offshore nas Ilhas Cayman e bancos de investimento no Uruguai. Numa pequena mostra do esquema, ISTOÉ comprovou que, em 76 contratos, entre fevereiro e outubro de 1992, as duas empresas emprestaram US$ 6,3 milhões aos bispos, pastores e seletos simpatizantes da Universal. Entre outros negócios, esse dinheiro serviu para justificar a compra da TV Rio. Os empréstimos têm um prazo de cinco anos para ser quitados, mas não há definição quanto ao número de parcelas nem data do início de pagamento. Nesses contratos, por exemplo, Alba Maria da Costa, então diretora de várias empresas do grupo Universal, recebeu um total de US$ 843 mil em dez contratos. Outros R$ 56 milhões (valores atualizados), em operações já comprovadas pela Receita Federal, foram parar nas contas de chefes da igreja, como os bispos Honorilton Gonçalves, responsável pela superintendência executiva da Rede Record; João Batista Ramos da Silva, deputado federal (PFL-SP) e ex-presidente da Record; e Carlos Rodrigues, deputado federal (PL-RJ) e hoje rompido com a Universal. Rodrigues chegou a ter um aumento em seu patrimônio de 15.000%.
O senador Crivella é figurinha fácil em processos que correram na Receita e no Ministério Público. Em 1990, ele e outros testas-de-ferro da Universal compraram a TV Record de Franca (SP), oficialmente, por Cr$ 45 milhões (hoje cerca de R$ 1,2 milhão). O dinheiro, como em outras aquisições do tipo, foi emprestado pela própria igreja. Na investigação de sonegação de impostos, a Receita, depois de quatro anos de trabalho, registra em seu relatório que os “empréstimos (foram) efetuados sem qualquer acréscimo, configurando-se em verdadeira doação”.
As provas do esquema de lavagem de dinheiro mostram o poder de Crivella sobre as ações das duas empresas de Cayman. Em um comunicado enviado aos diretores da Cableinvest, em nome dos “proprietários beneficiários” da empresa, Crivella autoriza o então presidente do Banco de Crédito Metropolitano (que pertencia à igreja e passou a chamar-se Credinvest), o executivo Ricardo Arruda Nunes, a movimentar “uma nova conta bancária com o Union Chelsea National Bank”. Crivella não está sozinho nesta operação. Outro brasileiro que aparece como sócio das empresas de Caymam é Álvaro Stievano Júnior. A trajetória de Stievano no reino da Universal é pouco sutil. Depois de passar pela diretoria do banco de Macedo, tornou-se diretor da New Tour Turismo, também de propriedade da igreja. Em comum com os dois cargos, o manuseio de dólares.
A dupla dinâmica assina, como acionistas e diretores da Investholding Ltd., outros dois documentos importantes, nos quais revelam suas relações com a empresa. “Eu, abaixo-assinado, sendo acionista e diretor da Companhia, por meio deste, designo Robert E. Axford ou, na sua ausência, Richard E. Douglas ou, na sua ausência, Ian A. N. Wight, ou, na sua ausência, Anne Mervyn para ser meu procurador (a ter minha procuração) para votar por mim e em meu interesse, para me representar em toda reunião anual da diretoria”, dizia a procuração. “Em cada compromisso permanecerá com totais poderes até revogação por parte do designador (abaixo-assinado) por escrito à companhia.” O documento dava poderes para votação na aprovação do balanço anual, reeleição de diretores e “outros assuntos sobre os quais o designado tenha recebido instruções expressas do designador”. Na ata da primeira reunião dos diretores da Investholding, no escritório da sede da empresa, em George Town, capital das Ilhas Cayman, ficou registrado que os dirigentes da empresa Robert Axford e Adrian Hammond seriam detentores de uma única ação da companhia cada um. Também que Axford ficaria como presidente, Crivella como diretor-vice-presidente e Stievano, diretor-secretário. Posteriormente, foi registrado o pedido de demissão dos diretores Axford e Hammond. O curioso é que o nome de Crivella aparece acima do nome do presidente da Investholding num relatório de reunião da empresa. Pelo menos até 1995, a mesma Investholding detinha cerca de 50% das ações do banco de Macedo.
Vaivém – O caminho de volta do dinheiro ao Brasil também está esmiuçado: os recursos transferidos para Cayman vinham sendo depositados em agências do Banco Holandês, em Montevidéu no Uruguai. Os dólares eram depositados em agências do Holandês nos Estados Unidos que repassavam o montante à agência de Montevidéu, além de uma operadora de câmbio uruguaia, a Cambio Val. Lá, os dólares eram convertidos em cruzeiros, com isenção de impostos, e enviados à filial brasileira, nas contas das duas empresas. Pelo menos US$ 7,5 milhões chegaram ao Brasil através do Banco Holandês e outros US$ 10 milhões por intermédio da Cambio Val, conforme registram dezenas de boletos. O certo é que o dinheiro recolhido em mais de dois mil templos da Universal voltaram ao Brasil sem pagar imposto e foram para a conta de alguns poucos escolhidos. Essas irregularidades serão apuradas agora pelo STF. E podem abalar o império do bispo.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Pag 5 A Cruz não é o Verdadeiro Símbolo do Cristianismo


Em 312 EC, Constantino, que dominava a área hoje conhecida como França e Grã-Bretanha, partiu para guerrear contra seu cunhado, Maxêncio, da Itália. A caminho, ele teve, alegadamente, uma visão — uma cruz, sobre a qual havia as palavras “Hoc vince”, que significa: “Com este vencerás.” Após a sua vitória, Constantino fez da cruz o estandarte de seus exércitos. Quando mais tarde o cristianismo tornou-se a religião estatal do Império Romano, a cruz tornou-se o símbolo da igreja.
Mas, será que tal visão realmente ocorreu? Os relatos a respeito dessa lenda são, quando muito, de segunda mão e cheios de discrepâncias. Francamente, seria difícil achar um candidato mais improvável do que Constantino para receber uma revelação divina. Na época deste suposto acontecimento, ele era um ávido adorador do deus-sol. Constantino até mesmo dedicou o domingo como dia para a adoração do sol. A sua conduta após a sua chamada conversão também deu pouca evidência de verdadeira dedicação a princípios corretos. Assassinatos, intrigas e ambição política governaram a sua vida. Parece que, para Constantino, o cristianismo era pouco
mais do que um instrumento político para unir um império fragmentado.

Pag 4 Jesus não é Deus

Se Cristo é filho de Deus ,ele não pode ser Deus . Oh teólogos estúpidos !














No Conselho de Nicéia no ano 325 os "sabidões" determinaram que Jesus era Deus ! Nas primeiras civilizações o Deus era o própio Rei . O faraó era a encarnação do deus Hórus (gavião) e também era Osíris , deus Sol e governador do Mundo dos Mortos .

Fazer o povo acreditar no Deus encarnado é hábil instrumento de dominação nas mãos dos poderosos, pois assim o povo mantinha-se sob controle e pacificado, servindo aos intereses das classes dominantes .

quarta-feira, 25 de março de 2009

Pag 3 Os Maiores Pedófilos estão na Política e na Igreja


Em depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) de Combate à Exploração Sexual de Crianças de Adolescentes no Pará, da Assembleia Legislativa, a delegada Socorro Marques, confirmou o envolvimento do ex-deputado e atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estdao (TCE), Cipriano Sabino (DEM); do ex-prefeito de Barcarena, Laurival Cunha; e do músico Yuri Guedelha em casos de pedofilia. Os três casos continuam tramitando na Justiça e devem ser os próximos investigados pela CPI da Assembleia Legislativa. Segundo, Socorro Marques disse faltar conscientização na população sobre o crime de pedofilia, que cresce assustadoramente no Estado. “Existe uma cultura, principalmente em alguns municípios, que seria normal as crianças serem abusadas, dentro da própria família”.

Pag 2 Monsenhor Paul Marcinkus: o banqueiro que embaraçou as finanças do Vaticano


O arcebispo norte-americano Paul Marcinkus, conhecido pelo seu envolvimento num dos maiores escândalos financeiros do Vaticano, morreu na segunda-feira à noite na sua casa do Arizona, confirmou ontem a diocese de Phoenix à agência italiana Ansa. Tinha 84 anos.
O homem que ficou conhecido como "o banqueiro do Vaticano" vivia em Sun City desde 1990, quando regressou aos EUA. Marcinkus, que apesar de sofrer de problemas cardíacos não recusava um charuto, dirigiu o Instituto de Obras Religiosas (banco do Vaticano) entre 1971 e 1989. Viu-se obrigado a demitir-se após a falência fraudulenta do Banco Ambrosiano, em 1982, de que o IOR era o principal accionista.
Tudo começou quando Roberto Calvi, um simples trabalhador daquele banco, foi promovido a presidente da instituição com a ajuda de Monsenhor Marcinkus. Mas a gestão daquele que ficou conhecido como "o banqueiro de Deus", pelas suas ligações ao Vaticano, revelou-se danosa e deixou um buraco de 1,4 mil milhões de dólares nos cofres do Banco Ambrosiano e de 250 milhões de dólares nos do IOR.
O destino de todas estas somas, entre as quais havia alegadamente dinheiro que pertencia à Mafia, não é até hoje totalmente conhecido. Os peritos acreditam que possam ter ido para contas privadas, servido para apoiar a loja maçónica italiana Propaganda Due (P2), ou mesmo, para financiar o então ilegalizado sindicato polaco Solidariedade.
A P2 esteve ligada ao escândalo Irão-Contra e dava apoio à Gladio, uma espécie de exército secreto anti-comunista que protegia os neofascistas italianos que naquela época espalhavam o terror em Itália, usando, para tal, o que ficou conhecido como "estratégia de tensão".
Calvi, membro da P2, foi encontrado enforcado na ponte de Blackfriars em Londres, em 1982. O inquérito inicial à morte do banqueiro de 62 anos concluiu tratar-se de suicídio, mas o aparecimento de novos elementos conduziram à abertura de um inquérito por homicídio e cinco pessoas, algumas delas ligadas à Mafia siciliana, Cosa Nostra, estão a ser julgadas actualmente em Itália. A sua morte inspirou o controverso filme de Giuseppe Ferrara Banchiere di Dio (banqueiro de Deus).
A justiça italiana chegou mesmo a acusar o arcebispo Marcinkus no âmbito deste caso, mas o Papa João Paulo II intercedeu a seu favor, mantendo nele toda a confiança.
Paul Casimir Marcinkus, natural de Cicero, um bairro de Chicago, foi ordenado padre em 1947 e nomeado arcebispo em 1981. Mas nunca chegaria, porém, a ser cardeal.
O seu sucessor à frente do IOR, Angelo Caloia, um banqueiro natural de Milão, descreveu-o recentemente numa entrevista como "um tipo superficial, sem dúvida muito mal aconselhado, mas de uma honestidade pessoal absoluta".
E acrescentou: "Marcinkus, que como bom americano gostava de jogar umas partidas de golfe e de basebol, fazia questão de conhecer bem
o mundo dos negócios, mas acabou por ser a sua primeira vítima."